Dante Ramon Ledesma

DANTE RAMON LEDESMA – cantor

Dante Ramon

Dante Ramon Ledesma nasceu em Río Cuarto, na província de Córdoba, Argentina, naturalizado brasileiro desde 1978. Cantor desde os 5 anos, formou-se em Sociologia pela Universidade de Córdoba, antes de ser perseguido.

Jovem integrante da ONG Carismáticos, de origem católica, venceu no famoso Festival de Cosquin na categoria juvenil com a canção Memória del Che.

No ano de sua naturalização, a ditadura civil-militar argentina perseguiu todos aqueles que militavam na juventude carismática, dando-os como subversivos. Desde então Dante Ramon, que começava a aparecer no canto popular argentino, vive no Rio Grande do Sul.

Em 1991 no Festival Acordes Cataratas de Foz do Iguaçu, foi finalista com a música “A Vitória do Trigo”. Hoje, este mesmo tema passa em seis países da Europa como a canção mais representativa para as famílias sem-terra latinoamericanas. Outra, de autoria de Fernando Alves e Alberto Zanatta, “América Latina”, que invariavelmente toca em todas as suas apresentações, é um brado à consciência crítica e união entre os povos explorados da Latino-América.

Na sua carreira artística, já constam 19 CDs gravados e 3 DVDs. Conquistou nove discos de ouro e mais de três milhões de cópias vendidas. Sua biografia consta que em mais de 30 anos de carreira, sete mil espectáculos foram realizados em todo o Brasil e América Latina.

Pela Paz e Por Quem Luta Por Ela

Quantas palomas necessita o mundo para que o homem volte a acreditar na paz?

Quantos inocentes levarão à morte, até que alguém encontre um sonho novo para libertar?

Quantos Chico Mendes, chorarão nas Amazônias? Ou quantos Che Guevaras, pela ternura lutarão? para que um Gandhi plante nesta terra?

O amor não é a guerra, necessitamos paz.

Se é por todos que eu canto, de todos os continentes, arrastando inocentes que a história deixou pra trás…

E eu lhes dou minha garganta, para que cantem comigo. E conosco cantem povos que ainda lutam pela paz.

É por todos que eu canto, de todos os continentes, arrastando inocentes que a história deixou atrás.

E eu lhe dou minha garganta, para que cante comigo, como cantam os povos que ainda lutam pela paz.

Quantos Nelson Mandelas precisam Apartheid?

Ou de quantas flores Vandré nos lembrar?

Para que Lucemberg plante no Guaíba, a semente que o futuro um dia agradecerá?

É por todos que eu canto, de todos os continentes, arrastando inocentes, que a história deixou atrás.

E eu lhes dou minha garganta, para que cantem comigo. Conosco cantem povos que ainda lutam pela paz.

É por todos que eu canto, de todos os continentes, arrastando inocentes que a história deixou atrás.

Eu lhe dou minha garganta, para que cante comigo. E, assim, cantem os povos que ainda lutam pela paz…

Pela paz…

 Dante Ramon Ledesma


2 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Adriano Bernadino Ledesma
    out 11, 2011 @ 22:27:30

    Aqui deixo o meu grande abraço, e muito sucesso na sua carreira

    os ledesma são fortes e vencedores como você.

    Adriano Bernadino ledesma

    Responder

  2. Alfredo e Gilda Vazquez
    nov 16, 2011 @ 16:56:21

    O dante é um artista completo, além de carismático. Tivemos a felicidade de conhecê-lo em Gramado, quando tivemos até mesmo um contato pessoal nos últimos dois anos. Somos um casal carioca que nos apaixonamos por sua voz e suas músicas. Muita saúde e sorte. Um abraço Alfredo e Gilda Vazquezs

    Responder

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